Estudos e Pesquisas

Encontre abaixo um resumo de algumas das pesquisas sobre TFT já realizadas ao redor do mundo. Uma lista mais detalhada e contendo mais informações pode ser encontrada no site tftfoundation.org

O TFT foi aplicado em 400 órfãos com sucesso para o tratamento do TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático) em pré-adolescentes sobreviventes do genocídio de 1994 em Ruanda (Sakai 2006 e  2007).

O TFT foi aplicado com sucesso para o tratamento do TEPT em centenas de sobreviventes de guerra em Kosovo (Professor Carl Johnson, 2001).

​Estudantes usaram o TFT para ajudá-los a lidar com sentimentos violentos, raiva, superação de problemas com pais e amigos e para melhorar o desempenho escolar (Yancey, 2002).

Dois estudos feitos com pessoas céticas usando o Voice Technology resultaram em um índice de sucesso de 98% (Leonoff, 1996);

Aumento de 45% na velocidade de leitura após aplicada a correção de Reversão Psicológica do TFT (Blaich, 1988);

O TFT é a forma para se melhorar mais rapidamente o VFC (Variabilidade da Frequência Cardíaca) (Callahan, 2001) com resultados sem precedentes.

O TFT reduziu o medo de falar em público em um estudo sobre fobias (Schoninger, 2004);

O TFT foi eficiente como tratamento para fobia de injeções (Darby, 2002);

Melhora significativa no tratamento de Acrofobia (medo de altura), comparado ao uso de placebo (Carbonell, 1996);

Um estudo não publicado intitulado “Thought Field Therapy and Pain” (Terapia do Campo de Pensamento e Dor) de Robert Pasahow, PhD., membro da Junta Americana de Médicos Psicólogos, descobriu que o TFT reduziu a dor músculo-esqueletal, nos nervos e na espinha de dez entre doze pacientes tratados em um ambulatório de uma clínica psicológica privada. A comparação de uma avaliação de dor antes e depois do tratamento mostrou uma redução de 82% na escala de dor dos pacientes imediatamente após a administração do procedimento com TFT. Dez dos doze pacientes experimentaram alívio na dor de 88% ou mais imediatamente após o procedimento. Os outros dois pacientes não tiveram redução na dor.” (Pasahow, 2013).