Trailer do Documentário “Do Trauma para a Paz”, que aborda a missão da ONG TFT Foundation no tratamento de sobreviventes do Genocídio de 1994 em Ruanda

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TFT aplicado em sobreviventes de guerra em Kosovo

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Várias missões de cura têm sido conduzidas por praticantes de TFT ao redor do mundo. Seguem abaixo algumas delas:

Traumas de guerra em Kosovo;
Vítimas de genocídio em Ruanda e Uganda;
Vítimas de genocídio na República Democrática do Congo;
Discriminação racial na África do Sul; 
Vítimas do furacão Katrina em New Orleans;
Vítimas do atentado de 11 de Setembro em Nova Iorque;
Vítimas do atirador da escola Columbine High School no Colorado;
Vítimas das enchentes de Tabasco, no México;
Vítimas de furacões no Haiti.

No ano de 2000, um grupo representando o “The Global Institute of Thought Field Therapy” (Instituto Global de TFT) viajou para Kosovo. Cento e cinco pessoas foram tratadas de graves transtornos de stress pós-traumático (TEPT). Duzentos e quarenta e nove traumas foram tratados, 247 deles com sucesso. O responsável pelo Ministério da Saúde de Kosovo tornou o TFT o tratamento oficial para traumas em Kosovo (Johnson, Shala, Sejdijaj, Odell, & Dabishevci, 1999).

Em 2006 e 2007, um estudo piloto foi conduzido em Ruanda com sobreviventes órfãos do genocídio de 1994 (Sakai, Connolly, & Oas, 2010). Os resultados demonstraram melhoras dramáticas, demonstradas nos relatórios CROPS (Child Reports of Posttraumatic Symptom Inventories), que avaliou a melhora das crianças e pré-adolescentes, e também nos relatórios PROPS (Parent (Caretaker) Reports of Posttraumatic Symptom Inventories) feitos pelos cuidadores do orfanato.
Esses relatórios foram preenchidos antes e depois dos tratamentos. Um acompanhamento por dois anos observou que as melhorias se mantiveram ao longo deste tempo após o tratamento inicial.

Um outro estudo com grupo de controle aleatório foi conduzido em 2008 sobre o genocídio de 1994 em Ruanda, com acompanhamento até 2010 (Connolly & Sakai, 2011). Este estudo utilizou duas medidas padrão de auto-relato, o Inventário de Sintomas de Trauma (Trauma Symptom Inventory (TSI) e a Escala de sintomas TEPT modificada (MPSS). Os resultados foram significativamente diferentes na maior parte das medidas de TSI e em todas as medidas do MPSS ao comparar o grupo de tratamento com o grupo de controle de lista de espera. Os resultados se mantiveram e, na média, melhoraram usando os mesmos instrumentos de teste.

Um estudo similar sobre TEPT (Connolly, S.M., Roe-Sepowitz, D., Sakai, C.E., & Edwards, J., 2013, conduzido em 2009 no distrito Byumba de Ruanda replicou esses resultados.